Entre janeiro e fevereiro deste ano tive um desafio
aparentemente muito simples, fazer dez garrafas de vidro falso para a peça
teatral "Quem Não Sabe Mais Quem é, o Que é e Onde Está, Precisa Se
Mexer" da Cia. São Jorge de Variedades, com apresentações na cidades de
Bauru, São José dos Campos e Santos. O projeto tem apoio do Proac, através da
Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
A princípio foram experimentadas duas possibilidades, vidro falso feito com açúcar e depois, resina cristal. A garrafa de açúcar saiu, porém, era tão delicada que em poucos minutos derretia, sendo impossível usá-la por muito tempo. A saída foi trabalhar com a resina, um material com maior resistência.
A princípio foram experimentadas duas possibilidades, vidro falso feito com açúcar e depois, resina cristal. A garrafa de açúcar saiu, porém, era tão delicada que em poucos minutos derretia, sendo impossível usá-la por muito tempo. A saída foi trabalhar com a resina, um material com maior resistência.
Em pouco mais de um mês, dez garrafas saíram do papel e foram para a “cena”. Houve problemas na textura que deveria ser o mais verossímil possível ao vidro, além disto o acabamento das peças foi um desafio, eram produzidas em três partes e depois coladas formando as garrafas.
Pessoalmente, o mais interessante foi produzir objetos que nunca havia feito antes, utilizando procedimentos e materiais com os quais eu nunca havia trabalhado, este foi meu maior ganho e alegria. Aprender fazendo é sempre um processo de apropriação que leva ao conhecimento.
