21 de fev. de 2015

Sobre Garrafas, Desafios e Mexer-se



Entre janeiro e fevereiro deste ano tive um desafio aparentemente muito simples, fazer dez garrafas de vidro falso para a peça teatral "Quem Não Sabe Mais Quem é, o Que é e Onde Está, Precisa Se Mexer" da Cia. São Jorge de Variedades, com apresentações na cidades de Bauru, São José dos Campos e Santos. O projeto tem apoio do Proac, através da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

A princípio foram experimentadas duas possibilidades, vidro falso feito com açúcar e depois, resina cristal. A garrafa de açúcar saiu, porém, era tão delicada que em poucos minutos derretia, sendo impossível usá-la por muito tempo. A saída foi trabalhar com a resina, um material com maior resistência.

Em pouco mais de um mês, dez garrafas saíram do papel e foram para a “cena”. Houve problemas na textura que deveria ser o mais verossímil possível ao vidro, além disto o acabamento das peças foi um desafio, eram produzidas em três partes e depois coladas formando as garrafas.

Pessoalmente, o mais interessante foi produzir objetos que nunca havia feito antes, utilizando procedimentos e materiais com os quais eu nunca havia trabalhado, este foi meu maior ganho e alegria. Aprender fazendo é sempre um processo de apropriação que leva ao conhecimento.

Para saber mais sobre a Cia. São Jorge de Variedades acesse: Cia. São jorge